"Você é o que escolhe ser. Escolha o amor." Isha



sábado, 13 de agosto de 2011

DEPOIMENTO DA LAURITA *ESTUDANTE DE BELO HORIZONTE*



Foi por volta de agosto/2006, meu marido assistindo televisão, quando estava passando uma reportagem que se tratava de como curar seus medos sem remédios (mais ou menos isso). Ele me chamou para ver. Achei estranho e quase impossível, mas fui assistir. Fiquei até o final. Tinha muitos medos e já vinha lutando há tempos com a queda de cabelo, a qual a maioria dos profissionais havia diagnosticado como sendo proveniente de problemas emocionais. O programa era sobre o sistema ISHA. Gostei tanto, que no dia seguinte fiz a minha inscrição para o intensivo e confirmei a minha participação no evento com a ISHA que aconteceu em setembro daquele ano em Belo Horizonte. Durante o intensivo, Sada, em resposta a alguns questionamentos, informou que, caso tivéssemos tido alguma doença, era provável que sentiríamos novamente os mesmos sintomas, pois era o sinal de que estávamos sendo curados definitivamente desta vez. ISHA também falou durante o encontro que uma das vantagens do sistema era que cada um poderia seguir o seu caminho individualmente, respondendo a pedidos de estadia de mestres em Belo Horizonte. Isso me atraiu ainda mais, pois trabalhava o dia inteiro e, não sabia ainda, o medo da desaprovação me afastava das pessoas. Assim, poderia seguir minha caminhada independente de participar das reuniões. Assim fui seguindo, participando de alguns intensivos, jornadas de unificação, mas, sempre me resguardando, pois tinha medo de falar algo e não agradar. Aí viria a culpa e o sofrimento.

Seguindo a informação de Sada, o meu cabelo em vez de recuperar a queda, começou a cair mais e mais. Quanto mais unificação fazia, mais o cabelo caía. Era tudo muito confuso para mim. Misturava ser inocente com ser boazinha, não sabia quando estava falando a minha verdade e nem se estava expressando meus sentimentos ou emoções ou reprimindo-os. Mas, não desisti, continuei praticando e praticando. O cabelo caiu todo.

Como se não bastasse, um tumor que tinha tido na tíbia esquerda há mais de 10 anos também voltou. Lutei com a homeopatia e com as unificações, mas, não teve jeito. Tive que operar e retirá-lo. Graças a Deus era benigno como da outra vez, porém, tive que reconstituir metade da minha tíbia. Já sem cabelo, sem esperança para qualquer tratamento para a cura, pois todos tinham sido em vão, não queria mais remédios, pois chegariam ao resultado já conhecido. O sistema ISHA estava deslanchado, mais sentia que estava muito devagar. As coisas na minha mente ainda eram muito confusas. Podia observar que sentia mais paz e serenidade diante das situações e era mais forte nas decisões. Assim, consegui enfrentar o mundo sem cabelo, sem máscaras, com tranquilidade, graças ao sistema. Mas, ainda era pouco para mim. Ainda vivia me envolvendo com os dramas, tinha medos, tinha dificuldade de me associar às pessoas e reprimia muitas emoções para não desagradar as pessoas. Eu não havia nascido assim, e sabia que por isso era possível obter a cura. Só que desta vez, depois de longas pesquisas, quis um método natural, associado às unificações. Sabia que se desintoxicasse meu corpo eu poderia recuperar meus cabelos. Entreguei de corpo e alma para a alimentação viva. Para minha surpresa, depois de um curto espaço de tempo, comecei a ter lampejos do que seria a consciência e quais eram os meus dramas. Assim, pude ir observando as minhas ilusões e distinguindo-as da minha verdade; quando eu estava me escondendo no meu medo principal (de não agradar as pessoas) me esforçando exageradamente, afastando das pessoas, das situações de confronto e me isolando cada vez mais. Por causa desse medo, não podia errar, falhar no trabalho, na relação com meus filhos, com meu marido, familiares, amigos, etc. Vivia 24 horas do dia me policiando para não falhar e me sentir culpada. Era uma verdadeira prisão. Às vezes não dormia, trabalhava excessivamente para não faltar nada. Era elétrica. Costumava dizer que estava sempre ligada na tomada. Mas, não tinha consciência de nada disso. Apenas sofria, e muito, quando algo fugia do meu controle e dava errado.

Ainda aconteceu mais, depois de um três meses de desintoxicação, um dos pontos da cirurgia da tíbia abriu e começou a vazar. Sabia que era mais um processo de cura e limpeza. Desta vez iria ficar livre de vez do tumor, como Sada havia dito. A cirurgia por si só era apenas um método naquele momento, mas que também intoxicava o corpo. Eu estava realmente sendo curada. Fui ao médico para desencargo de consciência. Não tomei nenhum remédio e continuei minha caminhada. Já podia distinguir minhas emoções, meus sentimentos e ter momentos de consciência. Sentia-me cada vez mais forte, confiante e me relacionava melhor com as pessoas e situações. Minha perna encheu de feridas e continuou vazando por mais ou menos quatro meses até que tudo começou a cicatrizar. Cada vez mais tinha certeza que estava sendo curada. Sentia muita paz e tranquilidade e a ansiedade havia desaparecido. Os dramas ainda perturbavam e se misturavam de vez em quando. Concentrei em colocar as emoções para fora, principalmente a raiva e a tristeza. Melhorei muito. Mas, ainda não sabia o que era rendição. Quando achava que estava me rendendo, estava era me rejeitando na minha experiência humana e, mais e mais, o drama crescia. Foi aí que fui percebendo a diferença de tudo: distinguindo drama de consciência, ilusão da minha verdade, aprendendo a ser inocente, não julgando minhas reações, não questionando o porquê dos fatos (apenas observando, assistindo), sentindo minhas emoções e deixando-as sair livremente, sem repressão. Fui sendo tomada cada vez mais de uma paz interior muito grande. Depois de um ano e meio de dieta de desintoxicação e unificações constantes, seguido das demais técnicas do sistema ISHA, o meu cabelo começou a nascer. Aí, sim, tinha certeza, eu estava sendo curada. Já não importava mais o nascimento do cabelo, pois tinha conseguido algo muito maior: a cura da minha alma, do meu espírito, das minhas emoções e , consequentemente, do meu corpo. Sentia-me cada vez mais completa. Hoje, quase três anos de alimentação viva e cinco de sistema ISHA, consigo ficar a maior parte do tempo na consciência e não me deixar levar pelos dramas. Eles são meus amigos inseparáveis, mas não me assustam mais e nem me fazem sofrer. Vejo-os claramente e até dou risadas quando tentam me perturbar. Sinto as emoções quando aparecem e me conecto com a consciência e sigo em paz minha caminhada, lapidando cada vez mais o meu diamante. Sou muito grata a Deus, primeiramente, que disponibilizou todo esse processo de cura do meu ser, de possibilidade de retorno à unicidade, ao sistema ISHA e à alimentação viva, aos mestres e a todas as pessoas, amigos que carinhosamente vêm compartilhando comigo estas experiências e contribuindo cada vez mais para a minha liberdade e expansão da consciência. Viver para mim, hoje, é o maior presente que recebi. Poder sentir todas estas experiências, ir caminhando me purificando, lapidando, iluminando, é a minha maior paixão. Ainda, principalmente, ir vencendo todos os meus medos, especificamente o de me expor, podendo compartilhar toda a minha experiência humana , sem ressentimentos, preocupações, culpas ou necessidade de aprovação. Apenas por puro agradecimento e vontade de ajudar os demais a encontrar esse caminho maravilhoso. Beijo grande a todos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A Revolução da Consciência III - Iluminação

Pergunta de um estudante à Isha:
"Escutei você dizer que o amor pode ser um ladrão que coloca uma faca em nosso pescoço. Como posso ver o amor nisto? Não entendo. "

Resposta da Isha:
Você não pode entender. É impossível, eu sei. Mas eu sei que isto é real. Sei que é amor. Sei que tudo é amor. Sei que tudo está nos levando de volta a casa, a nós mesmos.
Todo o sofrimento, toda a injustiça, tudo o que percebemos como mal, nos está dando esta experiência humana. É perfeito assim como é.
Eu não estou dizendo que não queremos que o o mundo mude, claro que queremos. A medida que elevamos a consciência, tudo o que está baseado em baixos níveis vibratórios, como este exemplo que uso, começará a cair, a desaparecer. Não poderá se manter na presença do amor.
É engraçado, porque justamente ontem uma jornalista me contou uma história sobre isto:
Havia uma vez um ladrão que subiu em um trem cheio de gente que havia parado em uma estação. Ele levava um revólver e os passageiros estavam aterrorizados. Imediatamente se jogaram no chão, como ele havia ordenado. Logo em seguida começaram a entregar todo o seu dinheiro e pertences e eram ameaçados de morte. Enquanto alguns buscavam dinheiro em seus bolsos, um dos passageiros -um monge- perguntou a ele suavemente:
Por que você está fazendo isto?
A sinceridade e o olhar do monge, comoveram o ladrão. Ele se sentou a seu lado e começou a contar sua história. Havia perdido seu trabalho, não tinha dinheiro para alimentar sua família e vivia em uma aldeia muito pobre. A medida que ele contava suas penúrias, não suportou e começou a chorar. Abaixou a arma enquanto secava suas lágrimas.
Todos os passageiros do trem lhe deram dinheiro.
O amor sempre é maior.
As pessoas estão sempre buscando amor.
As vezes fazemos as coisas mais loucas, as mais violentas, mas são ações que vem do medo, o medo de perder algo. O medo de perder o amor. A fonte é sempre a mesma.
Não importa aonde esteja, o que atravessou em sua vida, sempre você pode voltar a casa, ao amor. Sempre. Você só necessita fazer esta escolha.
Todos temos a mesma consciência, todos nós. Temos diferentes níveis de educação, diferentes situações econômicas, diferentes oportunidades, mas sempre podemos criar o que necessitamos para voltar a casa, a nós mesmos. Isto é o que na verdade todos querem.
Você quer algo.
Os humanos querem algo.
Todos os seres humanos querem encontrar algo.
E sabe o que é?
A si mesmos.
O amor.
O amor incondicional que existe dentro.
Sabe quando você sente ressentimento ou sente que não pode perdoar?
Nestes momentos não se force a sentir outra coisa além do que está sentindo. Expresse e solte porque senão não estará sendo real.
A maneira de soltar o ressentimento é encontrar o amor incondicional dentro e curando internamente. Este ressentimento externo ou esta falta de perdão é em realidade algo interno.
O externo é só um espelho. Quando me foco em curar a mim mesmo, quando me amo incondicionalmente e não estou exercendo pressão em mim de como teria que ser, isto começa a cair de forma natural. Sucede imediatamente, você vai ver como vai embora de forma simples.
Novamente repito, sempre se trata de focar no amor. Todo o amor sempre começa consigo mesmo, porque você é a totalidade, o externo é só um espelho.
Só um espelho.
De forma que você só tem que curar internamente. Não se trata de tentar analisar a ilusão pois é impossível. Se você tiver que ver algo, será claro.
Quando sua consciência começa a expandir-se, você começa a ver a si mesmo. Começa a ver:
Ah! isto é o que eu faço!
Todos espelhamos julgamentos uns aos outros. É por isto que em nossas reuniões de apoio, tudo serve como detonador para outra pessoa. Por que? Porque somos todos o mesmo, todos somos um. Mas não se trata de calcular ou entender, a chave está em simplesmente sentir e ser inocente. Não analise, a forma mais certa de atrasar seu processo é intelectualizar tudo.
Seja inocente:
Oh! Isto me dá raiva!
Move a raiva.
Isto me faz sentir triste.
Sente a tristeza.
Julgo isto.
Então expresso para curar a separação.
Caminho em direção a separação para curar.
Sinto isto com você, quero soltar.
Isto que você faz me incomoda, quero soltar.
Você vai ver que quando expressa a coisa vai embora, e o amor cresce. Porque era ilusório, algo interno, algo seu.

Texto do livro A Revolução da Consciência III (Isha), traduzido por M. Valéria Guimarães
Lindo texto Valéria, muito obrigada!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

NOVIDADES LA I - Seminário e Intensivo no Brasil

No último megaintensivo, em La I Uruguai, tivemos 16 brasileiros!

O apelido dado ao La I de "Spa da consciência" faz jus ao nome.
Entre unificar, dormificar, expressar, fazer uma alimentação mais frugal, estar na companhia dos mestres e escutar a sabedoria iluminada de Isha, você perde peso!
O peso das emoções reprimidas, das tristezas acumuladas, da angustia aprisionada, dos fantasmas carregados no peito, das raivas engolidas e das alegrias contidas.

Então de repente, você se da conta de que aquela roupa que você andava namorando escondido, é escondido, porque se achava gorda e sem atrativos para usar uma roupa assim tão transparente, leve, ousada, moderna e sofisticada. Bem, o modelito, agora, liberado o peso extra, já está servindo. Se encaixa perfeitamente na nova pessoa que surgiu debaixo daqueles acúmulos indesejados.
Você, em uma nova versão! Mais facetas do brilhante lapidadas dando um brilho extra.

E assim é o amor: remove montanhas e pesos indesejados, abrindo caminho para o fluir da nova consciência.

Sabendo que nem todos vocês vão poder ir logo ao LA I para essa maravilhosa dieta, decidimos trazer essa alimentação balanceada à vocês.

EM 1 E 2 DE OUTUBRO, DATA A CONFIRMAR, TEREMOS EM BELO HORIZONTE, UM SEMINÁRIO (PARA QUEM QUER APRENDER O SISTEMA ISHA) E UM INTENSIVO (PARA QUEM QUER SE APROFUNDAR) COM A MESTRA ILUMINADA SADA E O MESTRE HERNAN, NÃO PERCAM!

Para maiores informações e reservas escrevam para:
estudantes.isha.brasil@gmail.com

Com amor,
Sonia Duarte(coordenadora de BH)

Brasileiros e Isha



Fabiana (coordenadora de Brasília), Isha e Sonia (coordenadora de Belo Horizonte)





Jane,Lili, Isha e Luciano (Petrópolis - RJ)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

DEPOIMENTO DA ESTUDANTE ISABEL REGINA

O auto- conhecimento era uma meta para mim. No entanto, a minha vida mudou a partir do Sistema Isha. Só com a frequência as reuniões de apoio é que fui aos poucos compreendendo o Sistema. Tive muita dificuldade de me expressar e saber identificar o que estava sentindo. Quando conseguia falar alguma coisa, era sempre o que os outros fizeram e me deixaram com muita raiva. A Sonia, coordenadora do grupo, sempre falava -"veja o que isto te faz sentir" e de repente esquecia tudo e começava a ver o que estava de fora.Muito lentamente fui compreendendo o que era o sentir as emoções. Mas foi muito lento mesmo. Aos poucos fui compreendendo melhor as situações.
As expressões dos colegas também me ajudaram a ver que somos todos iguais e os problemas é que variam um poucos.
Descobri que temos uma necessidade de controle. Achamos que podemos controlar as outras pessoas e que isto tudo é pura ilusão. No grupo, fica muito mais fácil você perceber o colega tentando controlar as coisas. Percebendo a tentativa de controle do outro, descobre que muitas vezes você comporta de maneira semelhante. Pude ter consciência da verdade contida na frase que até então era um chavão -“Não podemos mudar o outro, só conseguimos mudar a nós mesmos".
Fui vendo que não importa o que o outro pensa. Muitas vezes eu me sentia mal com o que eu achava que o outro achava. Descobri que não tenho controle nenhum sobre o que outro pensa ou faz. Só há uma alternativa, assumir a responsabilidade pelo que está no meu controle. Não há necessidade de justificar. Tenho que perceber o que sinto e tomar consciência das emoções.
Sinto uma sensação boa quando descubro que estou agindo de forma acertiva. Consigo falar o que sinto sem perder o controle e sem ser grosseira.
Deixei de fazer terapia pois já conseguia sozinha perceber o que estava ocorrendo comigo, onde eu precisa agir. As decisões ainda são sofridas e lentas. De repente dá um clic e percebo o que deve ser feito. È importante confiar que vai dar conta e que vai conseguir. Estou mais segura.
Ainda tenho muito que avançar. Não lembro quem disse uma coisa que gostei muito e era mais ou menos assim: estou no caminho, não sabei onde e quando vou chegar. Só não quero voltar atrás.

Isabel, é gratificante ver o seu crescimento.
Obrigada pelo seu lindo depoimento!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Três dias com Isha testemunhando silêncio e unificação




Em La I, Uruguai de 16 a 19 de Setembro, 3 dias com Isha




Isha libera o quarto portal, para estudantes avançados,

3 dias testemunhando silêncio e unificação.



Dentro do silêncio rugente eu me sento
e testemunho o que é meu
e o que é o movimento do intelecto.
Dentro do silêncio rugente
descubro minha calma e minha grandeza
Dentro do silêncio rugente
estou completo,
em casa,
em unidade.

VALÉRIA GUIMARÃES COMPARTILHANDO SEU DEPOIMENTO

Quero compartilhar minha experiência com o Sistema Isha e gostaria de começar falando de Isha que para mim é um ser especial, não porque ela seja diferente de cada um de nós, mas porque vejo que ela teve a coragem de acreditar em seus sonhos e exercitar o auto amor.E foi isto que eu aprendi, que cada um de nós merece o melhor, que somos especiais. Na presença dela eu me sentia assim, ela me ensinou a me ver capaz, merecedora e feliz.
Minha experiência depois de ter vivido três anos no centro do Uruguai é de gratidão. Gratidão por tudo que vivi e aprendi. Hoje posso dizer que sou feliz.Depois que saí do centro foram muitas mudanças e desafios, mas lido com tudo, com muita tranquilidade e confiança. Aprendi um segredo: Eu posso mudar a minha vida e ser responsável pelo meu estado interior diante de qualquer situação.
Na vida existem momentos que temos que fazer escolhas. E na verdade não importa porque escolhemos isto ou aquilo, o que importa é o que eu estou fazendo com a minha vida agora, o que de verdade importa, é o que eu estou escolhendo neste momento. O que tenho feito, é me responsabilizar por tudo que surge em meu caminho e fazer o meu melhor.Não gasto minha energia em lamentar, queixar e culpar. Passei algum tempo da minha vida fazendo isto, pois achava que era “normal”, que fazia parte da vida.Aprendi que não precisa ser assim, eu posso criar uma vida diferente, com minha atenção em agradecer, dar e realizar o que quero.E agora quando eu me vejo culpando, queixando e querendo ser infeliz, uma luzinha me alerta: “hei!!!!! este caminho você já conhece, é isto que você quer para a sua vida?” E quando a luzinha não funciona sempre aparece alguém e me alerta: “ É isto que você quer? “ E eu escuto.
Hoje estou decidida a criar uma realidade linda para mim e para todos a minha volta, e toda minha energia está direcionada para isto. É fácil? Nada é tão fácil e nada é tão difícil, depende de minha disposição e decisão a cada momento.


Valéria Guimarães
OBRIGADA VALÉRIA PELA INSPIRAÇÃO!!!

APRECIAR O QUE EU TENHO - Texto de Geraldo Rodrigues

Estou num processo de encontrar hábitos que me tragam mais paz.
Um desses hábitos é o de apreciar e valorizar o que eu já tenho e o que já conquistei tanto em termos profissionais quanto materiais ou pessoais.
Em geral, eu tenho um Geraldinho aqui dentro que está o tempo todo se perguntando o quê mais há por aí para experimentar, para criar, para alcançar. É um menino curioso que quer conhecer mais sobre tudo no mundo e eu particularmente adoro esse carinha. Ele me ajuda a questionar o porquê das coisas serem sempre de um mesmo jeito e encontra saídas para muitas situações.
Há outro carinha aqui dentro que sente uma ansiedade grande por reconhecimento e vira e mexe ele faz as coisas procurando ser reconhecido pelas outras pessoas. Esse daí sempre se frustra porque mesmo quando as pessoas gostam do que ele faz, ele não pode ver, afinal, ele não está se percebendo, só está percebendo a reação dos outros. Nesse caso, quando eu me vejo frustrado depois de ter realizado qualquer tarefa, acende uma luzinha vermelha me lembrando de valorizar o que eu fiz e me lembrando de me apreciar.
Eu mencionei o primeiro xará porque pode acontecer de eu achar que apreciar o que eu já tenho ou sou é me conformar em vez de encontrar prazer em descobrir mais coisas. Não é isso! Eu aprecio o que eu já fiz porquê isso me recorda a minha grandeza.
E é importante me lembrar disso, por mim e porquê, como li outro dia num livro de teatro: " Se eu estou fazendo isso, posso ter certeza de que milhares de outras pessoas também estão".
E isso com certeza vai deixar meu lar-terra mais bonito de se ver.
É o que eu tenho para compartilhar hoje.
Grande abraço e um ótimo fim-de-semana.
Geraldo

Geraldo Rodrigueswww.geraldorodrigues.com.br
Obrigada Gêra!