"Você é o que escolhe ser. Escolha o amor." Isha



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O tempo se acelera e a vida não alcança. O que fazer?



Com a velocidade dos acontecimentos no dia a dia, sentimos que não temos tempo, que nos falta, que tudo se acelera e que parece que não damos conta. Estamos sempre correndo, enganchados em um comboio que vai cada vez mais rápido e sentindo que ficamos para trás. Perdemos o momento presente, não o vivemos, passamos por cima dele nesta corrida diária.

Paradoxalmente podemos ir nesse ritmo, sempre que nossa atenção está absolutamente focada em cada momento. Quando éramos criança, tínhamos esta experiência de viver totalmente no momento presente, com simplicidade e inocência. Podemos voltar a recriá-la. Nosso intelecto vive naturalmente no passado ou no futuro, essa é sua função, já que está resolvendo o que seja que esta dualidade lhe apresente. Isto provoca um elevado nível de estresse, temendo repetir o passado no futuro, e isto ativa a adrenalina, e o controle se torna permanente. Mas na realidade não podemos controlar nada, podemos planejar, mas não controlar, e, no entanto, o medo ao que possa acontecer não nos deixa soltar a rigidez desse controle para podermos fazer as mudanças necessárias.

Então, o que podemos fazer? Nada sai como planejamos, fazemos o mesmo de sempre e vemos que já não funciona. Temos uma ideia de como costumávamos fazer, o aplicamos, e não vai! É como utilizar os métodos de antes da internet neste tempo. Impossível! Mas nossas mentes às vezes têm essa brecha, experimentam essa diferença. E não se trata de dizer não ao que está acontecendo, trata-se de abrir-nos a mudar.

Podemos descobrir o poder do momento presente. Podemos soltar a rigidez das velhas formas e abrir-nos ao que é agora. Podemos nos recriar em cada momento de acordo ao que a vida nos apresenta. Nunca é tarde, podemos soltar a bagagem que nos limita, agora. Neste momento, podemos permitir que as mudanças aconteçam, que o velho encontre seu caminho de saída, e confiar no novo que se apresenta, ou pelo menos abrir-nos a ele. A insanidade é fazer sempre o mesmo e esperar um resultado diferente. No entanto assim vivemos diariamente. Fazemos sempre do mesmo jeito e brigamos com o que acontece porque é sempre igual também.

Hoje lhes proponho verem em cada momento como podemos fazer algo diferente e abrir-nos a sentir, ver e experimentar o resultado, sem expectativas e com inocência. Tal como lhes conto em meu livro e filme (Por que caminhar se você pode voar? – nota da tradutora), vivemos como se estivéssemos olhando através de uma janela suja, tecida por nossas experiências e vendo, então, apenas o que nossa percepção nos permite ver. Ao nascer, essa janela estava limpa. Hoje podemos limpá-la outra vez. A percepção da escassez, por exemplo, faz com que demos pouquinho à vida para estarmos seguros, e no entanto esperamos tudo de volta. Se nos abrirmos mais, se damos mais, poderemos receber mais. Nossa percepção vai mudando porque a vida se trata daquilo que você lhe dá, e aquilo que você escolhe em cada momento.

Então, por exemplo, se você dá à vida, na sua experiência, cem por cento, vai obter um milhão por cento de volta; se dá 40%, obterá isso mesmo, e se dá inclusive 90%, obterá no máximo 90% de volta. Para exemplificar isso: sabem quando não tem vontade de fazer algo por x motivo e o fazem, mas o fazem mal feito? Notaram que geralmente o resultado não é satisfatório?

Então, o que você fará é escolha sua e o que receberá, também. Se você dá tudo, vai obter de volta mais do que sua imaginação possa conceber. Obterá tudo, obterá o paraíso na terra. Por quê? Porque você não será prisioneiro do medo, porque você caminha na vida com a cor da confiança e da entrega, porque o amor incondicional em seu coração lhe guia momento a momento. E assim não poderá criar nada menos que o melhor para si e aos que lhe rodeiam, e sem dúvida criará alegria, paz e mais amor em cada momento.

Isha

Tradução: Fabiana Simões
Foto: http://comentadordesbocado.blogspot.com.br/2013/01/ando-sem-tempo.html


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Feliz Dia da Amizade!!!




Da solidão ao encontro de seu melhor amigo

Nestes tempos em que vemos as notícias do que acontece e nos sentimos sobrecarregados e desolados, e esse sentimento se aprofunda se nos conectamos com o passado, com o que tínhamos, com os afetos perdidos e tudo o que já não está, sentimos isso como o peso que foi deixado no transcurso dos anos, a história. Muitos se conectam com um vazio e o atribuem à falta de apoio emocional externo, a que ninguém se preocupa por eles ou à falta de um(a) namorado(a), de um amigo, da família. Enfim, os motivos são diferentes. Muitos estão longe de sua terra natal, movidos por necessidades econômicas, e não conseguem criar raízes ou sentir que pertencem.

Qualquer que seja a causa, o sentimento de solidão aperta o coração, fecha a garganta, faz com que nos fechemos e vivemos em pânico e angústia. Sentimo-nos vítimas do desamor. Muitas vezes tememos este sentimento mesmo que estejamos rodeados de pessoas, mas nossas velhas dores, nossas proteções para não sofrer e tantas coisas mais, nos fazem impermeáveis a compartilhar os afetos.

Desta maneira não podemos receber, não podemos detectar o que vem para nós, o que nos querem dar, já que esse sentimento fecha as portas. Outras vezes estamos tão aferrados ao passado, a castigar-nos pelo que não fizemos ou pelo que nos saiu mal, ou temos tantos ressentimentos que são como uma couraça de aço que já não nos permite nem nos aproximar, que só existe isso para nós: o velho sentimento de reprovação, de rancor por algo que já sucedeu. E é assim como fechamos as portas à vida e às novas vivências compartilhadas. Geralmente não percebemos que, os únicos que o ressentimento realmente lastima, é a nós mesmos.

Estes rumores subterrâneos tiram-nos as forças, tiram-nos as vontades e afundam-nos neles. É um enfoque de nossa mente que repete o passado, que não nos permite viver o presente e que não vê o futuro, só vê o mesmo que já foi. Minha intenção neste encontro é compartilhar um convite para deixar ir o passado e abraçar o presente, novo, fresco, com inocência, alegria e amor. Isto é o que eu tive que descobrir para sair de meu próprio sentimento de solidão e abandono no qual estava imersa afogando-me nos medos, e enquanto não toquei fundo, não pude sair. É bom tocar fundo, já que só há uma direção para a qual ir, e é saindo daí, fazendo o oposto do que temos feito até agora, e, sobretudo, amando esse lugar no qual nos sentimos vítimas apenas por viver.

Temos uma tendência automática que às vezes se transforma em vício: sofrer. Meu convite é para descobrirmos algo que está esperando a ser acordado em si, está dentro, em seu coração, pelo simples fato de você ser humano. E este caminho leva você a viver em amor-consciência. Quando expandimos o amor incondicional em nós, desfazendo dos medos e da bagagem que nos pressiona e separa, a solidão é um sentimento que já não existe. Você começa a abrir-se a receber, pois está dizendo SIM a si mesmo, à vida, estando presente à cada momento com o que é, em lugar de estar ausente, pressionado pelo que foi e encapsulado pelo medo de que volte a se repetir.

A consciência jamais está sozinha. Observe as crianças: elas brincam sozinhas, imaginando coisas, sentindo-se completas dentro de si em cada momento. NÃO pensam “seria mais feliz se tivesse mais amigos”, elas não pensam assim. Apenas criam seu próprio entretenimento. Tudo o que você precisa está dentro de si. A consciência jamais está sozinha, porque está amando a si mesma. Desfruta de si mesma e vive completa dentro de si. Você pode estar em uma sala com cem pessoas e sentir-se só, porque estar consigo mesmo é insuportável: “Não gosto de estar só, preciso de alguém ou algo que me distraia e me mantenha afastado de mim”. Mas se está ancorado no amor-consciência pode estar sozinho, mas nunca sentir-se só, pode escolher estar com alguém, mas na realidade não precisa de ninguém. O que achamos que precisamos é uma ideia, porque buscamos fora, porque nos afastamos da fonte, porque temos o hábito de ver o copo meio vazio ao invés ver meio cheio.

O que aconteceria - e esta é minha proposta neste encontro – o que aconteceria se a cada vez que você sente que lhe falta algo e que dirige o olhar para fora de si buscando, passo seguido a não encontra-lo, passo seguido a se sentir pesado, sem disposição, triste, sem forças, desalentado, ou como seja, como se tivesse uma grande bagagem que pesa mais a cada dia, o que aconteceria se você se focasse em apreciar as menores coisas que lhe rodeiam, apreciar, ainda que não faça sentido, a florzinha pequenina que quase pisou e que em sua pequenez goza de uma perfeição de linhas, de formas, até de aroma, que é de maravilhar-se? E se você apreciasse o menino brincando, o cão guardando seu osso, a mamãe que carrega sua filhinha, ao casal que caminha de braços dados como se não existisse nada mais no mundo, a nuvem que está por tampar o sol, ao som do tráfico tão ruidoso que quase poderia ser uma sinfonia desafinada, e assim, tudo você olha com apreciação? Notaria que algo em seu peito, em lugar de se apertar, começa a se abrir, e até que, em algum momento, talvez você se encontre com um sorriso que se esboça desde dentro para fora.

O apreciar é como dizer sim a tudo, e talvez, apenas talvez, você até note que começa a emanar esse SIM e a atrair a atenção de outros que vibram nessa sintonia. Mas sem expectativas, não para conseguir algo, senão para viver o momento com outro sentimento, com outra cor. Aprecie seu hoje. E escute, escute profundamente dentro de si e verá como a solidão ficou para trás e você já encontrou o seu melhor amigo. E assim, sanando a separação de si mesmo, você também não se sentirá separado do resto. Quando o amor está fluindo desde dentro de si, você pode dar aos outros, e também encontrar, o que estava buscando em tantas partes e com tantas pessoas: seu melhor amigo. Estava o tempo todo lhe esperando, esteve sempre ali, em seu coração.

Isha

Tradução: Fabiana Simões
Foto: httpwanessalins.blogspot.com.br201112abraco-guardado.html

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Desfrutar versus criticar


Parece tão simples dizer, mas tão difícil fazer. Nosso olho crítico e treinamento automático vê o que está errado e atua de imediato e tinge o momento com sua percepção.

Porém vou convidá-lo a imaginar que você está aos pés do Aconcágua, a montanha mais alta da Cordilheira dos Andes. Aconcágua significa “sentinela de pedra” na língua quéchua e a montanha se destaca como um belo exemplo da conquista dos temores da mente.

Para chegar ao topo da montanha, você deve ultrapassar seus medos e centrar-se na apreciação e na alegria. Então poderá ver o mundo desde um ponto de vista transcendente, celebrando a beleza exuberante que está diante de você. No entanto, para poder chegar lá em cima, tem que fazer o caminho um passo por vez.

Se você está obcecado em chegar ao cume, não verá as flores que estão a seus pés. Você pode ir saltando sobre margaritas e passar por rebanhos de cabras que pastam na montanha (como Julie Andrews no filme Noviça Rebelde), ou caminhar ao longo da trilha solenemente rumo à sua meta sem perceber a beleza ao seu redor.

Na realidade, cada passo é o caminho: o amor, a alegria, a abundância que estamos vivendo aqui e agora.

Talvez possa aplicar isso em sua viagem através do resto de sua vida, foque-se na alegria que está sempre ao seu redor. Perceberá que alcançou sua meta sem esforço e pleno de regozijo.

Claro que às vezes agimos fora de contexto, utilizamos nosso intelecto extremadamente em situações que não competem análise, então se empreende uma experiência nova desde o sentir, receptiva, não analítica.

Por acaso, quando você está assistindo a um filme, se pergunta como chegou a imagem à tela da televisão, de que satélite está transmitindo, como os milhões de pixels individuais se combinaram para criar todas as cores diferentes? Não – isso faria com que o filme fosse realmente chato!

Então por que não podemos olhar a vida da mesma maneira, inocentemente abraçando a maravilha e o mistério, o próximo capítulo inesperado ao virar a esquina? Por que estamos sempre analisando e esmiuçando tudo? A análise nos deixa presos na densidade e complexidade, enquanto o amor-consciência é todo o contrário: é simples, leve e alegre. Abre-nos à mudança, enquanto que a análise cria uma maior rigidez e inércia.

Tente testemunhar sua vida em vez de obsessionar-se com os porquês. E se não tivesse por quê? E se apenas fosse o que é e o único que você necessita fazer fosse simplesmente ser? Se você coloca demasiado empenho em entender, apenas terminará mais confuso! Ao invés disso, tente ser mais leve, mais inocente. Começará a entender as coisas desde um espaço mais profundo, além das dúvidas e das incertezas que inevitavelmente acompanham o raciocínio do intelecto.

Através do tempo, as pessoas têm utilizado diversas práticas para ajudar-lhes a transcender o sofrimento e descobrir a paz interior. O importante é que você vá para dentro, conectando-se internamente e o uso de qualquer prática permitirá que seja muito mais fácil fazê-lo. Dedicar tempo à prática diariamente dará lugar a um maior autoconhecimento e autoconfiança.

A prática da introspecção pode ter um número infinito de formas, desde a oração, a meditação, os cânticos, ásanas de yoga, vipássana, o tai chi, até manter um diário escrito. Eu recomendo meu Sistema e suas facetas porque é o que eu usei em minha própria viagem interior. O que seja que use neste sentido, será uma excelente ferramenta para ir além da superfície da mente. Inclusive a mera contemplação da natureza, de seu respirar, das batidas de seu coração. Dentro de você está tudo.

Isha, autora do livro “Por que caminhar se você pode voar?”

Texto original: http://www.emol.com/tendenciasymujer/Noticias/2013/01/16/23706/Disfrutar-versus-criticar.aspx#.UPhHHZsUSSI.email
Tradução: Fabiana Simões

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Qual é o verdadeiro sucesso?


Você pode ser famoso, rico, ter milhões de admiradores, mas no fundo, isso é sucesso? Você acredita que é nisso que está a felicidade, a paz? 

Algumas pessoas parecem ter medo do sucesso e apesar de quererem avançar, ficam andando em círculos. Esse é só um lugar que, na realidade, não querem assumir sua grandeza, um lugar no qual o medo não os permitem amadurecer, que não os deixam abertos, não permite também receberem o que desejam.  Isto se complica, pois talvez assegurem: “sim, quero, claro que mereço já!”. Mas ali, no fundo de si mesmos, não sentem que merecem. Eu aparentava ser uma pessoa sumamente segura, criava muito e com sucesso, mas o lugar de não merecimento crescia dentro de mim e eram esses lugares dos quais fugia e tinha ignorado o abandono do início de minha vida.

Mas às vezes, estas coisas se transformam em obsessivas, perseguimos objetivos às vezes com uma intensidade que nos machuca e por que é importante? É importante ou fora de medida no que projetamos sobre isso porque justamente estamos esperando que o externo mostre o que somos, o que valemos. E o externo não pode definir quem você é na realidade. Mesmo que tenhamos aprendido a medir o que valemos baseados no que externamente alcançamos, isso apenas nos pode dar uma medida superficial porque, na realidade, você pode ser famoso, rico, ter milhões de admiradores, mas no fundo, isso é sucesso? Acredita que é nisso que está a felicidade, a paz? Não, do lado de fora você não consegue encontrar a satisfação daquilo que é um anseio do coração, que é interno. O externo pode ser divertido, pode lhe fazer milionário, mas não é liberdade. Temos visto a tantos multimilionários famosos que mostram que, na realidade, são miseráveis.

Para mim o sucesso é o amor, para mim o sucesso é a consciência, para mim o sucesso é viver sem medo e inspirar a viver dessa maneira a todos. Isso é sucesso para mim.

Então veja o que é que você quer . Quer o sucesso real? Ou quer o sucesso ilusório? De acordo com isto é para onde você irá dirigir seus passos, sua busca e onde de verdade se produzirá o encontro. Então essa sede, esse anseio encontra sua plenitude, sua saciedade. Porque uma vez que tenha esta experiência interna de consciência e paz, todo o externo que possa ter sonhado e bem mais, vem, e vem em abundância e chega tão fácil! Que você se surpreenderá.

Mas lembre-se, se sua felicidade depende do externo, nunca você será livre porque sempre vai sentir-se vítima do lado de fora, dependendo da aprovação, à mercê da apreciação do externo, e para mim isso não é sucesso. E quando abraça este tipo de sucesso de que falamos aqui, viverá permanentemente conectado com a fonte do amor, a fonte da vida em si mesmo, um lugar tão infinitamente abundante que é pura grandeza em seu pensar, em seu sentir e que apenas dá, e isso é sucesso para mim.

Isha


Mais em info@isha.com ou visite www.isha.com
Tradução: Fabiana Simões


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Mudança de percepção



Neste vídeo Isha fala sobre a mudança de percepção através da expansão da consciência.

http://www.isha.com/pt/videos-3/isha-fala-sobre-a-mudanca-de-percepcao-atraves-da-expansao-da-consciencia

Com amor,
Equipe do Blog

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Alegria e paixão pela vida

Querid@s,

Neste vídeo Isha fala sobre a alegria e a paixão pela vida.
Desfrutem!!!

Com amor,
Fabi

http://www.isha.com/pt/videos-3/isha-fala-sobre-a-alegria-e-a-paixao-pela-vida





quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Osho Ishando



FLUIR
Se a vida quer que você esteja triste, esteja triste - a vida sabe mais.
Se a vida quer que você grite e chore, então, grite e chore – a vida sabe mais.
Não comece tentando ser mais esperto que a própria vida; esta é a estupidez humana. Apenas flua com ela! Seja como uma criança pequena que está seguindo seu pai. Talvez o pai tenha medo para onde ele está indo, mas a criança está feliz e cantando, porque ela sabe que o pai está com ela e sabe onde eles estão indo. Essa é a beleza da mente religiosa.
Eu chamo isso de mente religiosa que confia na vida e diz, "Onde quer que ela vá ela sabe melhor do que eu”. Apenas confie nela. Esse é o significado todo do grupo Tao - fluir.
Se você tem uma escolha, se você diz que não irá se mover na tristeza, que você quer apenas a felicidade, então você não pode fluir. O fluir só é possível se você aceitar tudo como é, incondicionalmente.
Mergulhe em profundidade e você vai transbordar: Quanto mais fundo você vai, quanto mais alto você subir. É exatamente como as árvores. Quanto mais profundas suas raízes vão, quanto maior os seus galhos sobem para o céu é sempre na mesma proporção.
Se uma árvore não quer ir fundo, tem medo da terra desconhecida - escura, misteriosa, mortal - então a árvore não pode crescer para o sol."

 Osho

Texto enviado por Margareth Mundim
Obrigada!